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   1. Niepoort Douro Redoma Tinto 1995
54.90 €   - 15%

O Redoma foi o primeiro vinho tinto da Niepoort, apresentado pela primeira vez em 1991. É como o Douro, “com grande carácter e personalidade”. O Redoma Tinto é produzido a partir de diversas vinhas, na região do Cima Corgo, com mais de 60 anos, maioritariamente viradas a Norte, onde as diferentes castas estão plantadas na mesma vinha, tal como era comum na região e onde predominam a Tinta Amarela, Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, e Tinto Cão. Cheio e concentrado, de taninos presentes mas polidos, combina a austeridade e autenticidade de um Douro com o seu carácter terroso e balsâmico próprio do seu terroir, com a frescura característica dos vinhos da Niepoort. Na boca é vivo e elegante com estrutura muito bem definida, longo e complexo, conjugando concentração e frescura com grande harmonia. Termina muito persistente e possui um grande potencial de envelhecimento, tal como atesta este incrível 1995.

 

   2. R. López de Heredia Rioja Reserva Viña Tondonia 2004

       44.90 €  - 15%

A López de Heredia é a principal guardiã das antigas tradições da Rioja. Desde 1880 a família cultiva as suas vinhas próprias e elabora os vinhos da mesma maneira, com longos amadurecimentos em barricas caseiras de carvalho americano, sem pressa, sem concessões. Os seus vinhos emocionantes servem tanto para um retorno ao passado, como para inspirar gerações futuras a respeitar o terroir e a tradição. Este Reserva tinto provém de uma colheita fabulosa, e mereceu 94 pontos de Luís Gutierrez (Parker). Ele exaltou seu nariz com informações ultra complexas entre o savory e as notas terciárias de evolução, dotado de especiarias, couro, cerejas, balsâmicos, caixa de charuto e incenso, para além do excelente balanço no palato, redondo e nervoso, com taninos refinados e longa persistência.

 

   3. Glória Reynolds Cathedral 2004

       119.90 €  - 15%

Os vinhos monumentais da família Reynolds, estabelecidos no Alentejo desde 1850 e responsáveis pela introdução da casta Alicante Bouschet na região e no país, refletem como poucos a tradição e o espetacular terroir da Serra de São Mamede. As condições climáticas mais frescas garantem um nervo e capacidade de guarda a estes vinhos, e os solos xistosos favorecem a sua enorme estrutura e mineralidade. A fermentação ainda acontece em lindos balseiros de carvalho francês, e o longo envelhecimento na adega antes da emissão do mercado é um luxo e um respeito para com os seus aficionados clientes. O Cathedral é justamente um relançamento do Gloria do mesmo produtor, após 12 anos de nobre envelhecimento. Um gigantesco lote de Alicante e Trincadeira, com sensual complexidade e terrosidade, merecedor de 94 pontos no Parker. 

   4. Wine & Soul Pintas 2009

       119.90 €  - 15%

Espelho da vinha de mais de 80 anos que lhe dá origem, este vinho é composto por um field blend excepcional de mais de 30 castas. Depois de uma vindima cuidadosamente planeada, a fermentação decorre em lagares de granito com pisa a pé e posterior estágio em barricas maioritariamente novas (70%) de carvalho francês. Complexidade e elegância são as principais características que definem este grandioso vinho, baptizado em honra do carismático cão Pointer da família Serôdio Borges. Este 2009 nasceu como um dos grandes Pintas da história, muito fechado quando lançado, apesar da generosidade do ano. Agora está revelar toda a sua classe e carácter, e o porquê é considerado um dos vinhos mais emblemáticos do Douro e de Portugal.

 

 

   5. Château Sociando-Mallet 2010 

       56.90 €  - 15%

Um vinho tão grande que supera sua denominação de origem. Sociando-Mallet é muito além do que um Haut-Médoc, esse château rivaliza com alguns dos grandes nomes de Bordéus em seu classicismo e qualidade incontornável, por um magnifico preço. Trata-se de uma propriedade relativamente nova para os padrões da região, portanto seu nome nem era comentado durante a classificação de 1855. Foi em 1968 que o ex-négociant Jean Gautreau adquiriu a propriedade e desde então buscou atingir o máximo de qualidade nessas terras que beiram o estuário da Girondee. Um Cru Bourgeois para beber agora devido a sua riqueza em fruta e frescura, mas que é sempre concebido como um vinho de guarda. E os registos confirmam a sensacional capacidade de envelhecimento desses vinhos. Fruto de um ano soberbo, no qual combina acidez e taninos de uma forma majestosa. 

 

 

   6. Château Léoville-Barton 2005

       135,92 €  - 15%

 

Os quase 50ha dessa tradicional propriedade encontram-se a leste da denominação de St-Julien, no perfil conhecido de solos de cascalho com subsolo de argila. A família Barton tem a posse dos vinhedos desde 1826, mas é no início dos anos 80 que esse 2ème Cru Classé passou a ser um dos vinhos mais respeitados e emocionantes de St. Julien, devido às positivas mudanças promovidas por Anthony Barton. A colheita de 2005 foi uma das mais faladas de todos os tempos e hoje, depois de 15 anos, os seus magníficos vinhos começam a se abrir. Foi um ano de calor, que trouxe concentração e poder aos vinhos, ainda que mantivessem sua frescura devido ao clima mais frio que chegou perto do fim da maturação das uvas. Um clássico exemplo para os apreciadores de vinhos da “escola inglesa”, que venera estrutura, firmeza, frescura e um perfil mais contido de fruta e madeira.

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